A Comissão de Trabalhadores tendo tido conhecimento da recente contratação feita pelo Metro, questionou o Presidente do Conselho de Administração sobre este assunto.
Divulgamos, tal como nos compete, as perguntas que dirigimos aos Sr. Presidente e às quais ele não se dignou responder.
Aproveitamos para informar que na sequência destas nossas questões, recebemos da RHC, o pedido de desculpa por não termos sido informados atempadamente desta contratação, informando-nos que a mesma se deve a um acordo de cedência da Ferconsult ao Metropolitano de Lisboa, por um período de um ano. Mais nos informou a RHC que o Acordo de Cedência Ocasional, foi celebrado tendo em vista à consecução da actualização e criação de planos de prevenção e de emergência interna específicos para as estações da rede do ML, incumbência específica da Autoridade e Segurança (ACS), tarefas para cuja prossecução, o trabalhador cedido se encontra tecnicamente habilitado.
Não somos informados nem do montante auferido por este novo contratado, nem o motivo pelo qual não se recorreu a um dos muitos Técnicos que o Metro tem, para executar estas mesmas tarefas.
Perguntas dirigidas ao Sr. Presidente do Conselho de Administração, e para as quais não recebemos resposta.
Exmo. Senhor Presidente
Sr. Eng. Cardoso dos Reis
Chegou à Comissão de Trabalhadores a informação, não oficial, de que a Empresa teria admitido o Sr. António Manuel de Jesus Faustino Silva Garcia, Técnico Superior, para funcionar no ASC -Autoridade da Segurança a partir do dia 1 de Novembro de 2011.
Ora, tal como combinado, a CT só promoverá a publicação deste tipo de notícias na sua página no Facebook, depois de ter garantido a possibilidade da entidade envolvida, no caso o Conselho de Administração do qual é Presidente, se manifestar em contraditório, justificando os factos.
Assim solicitamos que o Conselho nos responda às seguintes questões para que seja divulgado, hoje ao final da tarde, na nossa página da CT:
É verdade que a Empresa tem ao serviço desde o passado dia 1 de Novembro mais este colaborador?
Se sim, porque não informou, até à presente data, oficialmente a Comissão de Trabalhadores?
Sendo pública a afirmação do Sr. Ministro da Economia, de que nas Empresa públicas de transportes existiam funcionários a mais e teria de despedir trabalhadores de quem partiu a iniciativa da presente contratação: do Conselho de Administração ou do Governo?
Caso a iniciativa tenha partido do CA, foi dado conhecimento prévio à tutela, leia-se Ministério da Economia?
Qual é o objectivo da contratação?
Porque não se recorreu a nenhum trabalhador da Empresa, promovendo se necessário alguma formação específica, para executar as tarefas que se prevêm que, resultante desta contratação, sejam executadas?
Cumprimentos
Comissão de Trabalhadores